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Pontos negativos.  escrito em segunda 25 agosto 2008 19:00

Porque alguns casais se afastam ou passam por uma crise
após o nascimento de um filho?

O casal vivia bem e feliz, planejou a gravidez, sonhou e fez mil planos, está feliz com a chegada do bebê!


Mas, em muitos casos, nenhum dos dois se dá conta de que, a partir do nascimento da criança, uma verdadeira revolução se instala na rotina e nos hábitos do casal que, se não for bem administrada, pode provocar uma crise no casamento.


Quando o bebê nasce, todas as atenções são voltadas para ele, um ser indefeso e que necessita de muitos cuidados para sobreviver. Na medida em que os dias passam, marido e mulher já não tem mais tempo nem disposição para passeios, jantares, os momentos a sós do casal praticamente não existem mais!


A mulher fica sensível, irritada, cansada, afinal, não é fácil conhecer e aprender a lidar com seu bebê, cultivando a paciência para suportar seu choro sem saber o que fazer para acalmá-lo ou para ele dormir; ela também precisa conciliar os cuidados do bebê com a toda a administração da casa, acreditando que, devido ao fato dela permanecer o dia todo em casa, será capaz de cuidar de tudo sozinha. Ledo engano!!


O marido nem sempre consegue perceber essas dificuldades de sua esposa, até porque não participa da rotina diária por estar fora de casa trabalhando; fica enciumado por perder a atenção exclusiva dela, tendo que dividi-la com o bebê e, nessa fase o instinto materno sempre vai falar mais alto: a mãe vai priorizar o filho em detrimento do pai, afinal, ela, mais do que ninguém, precisa protegê-lo e cuidar dele para que ele cresça forte e saudável e não vai medir esforços para que isso aconteça, mesmo que tenha de deixar de dar a atenção devida ao marido! Até o choro do bebê passa a se tornar insuportável para o pai, ele irrita-se porque não consegue dormir, porque suas roupas já não estão bem arrumadas ou mesmo porque a esposa não cozinha mais como antes e reclama! A mulher, por sua vez, enxerga esta irritação dele para com o bebê como uma cobrança, como se ela não cuidasse do bebê da forma adequada, passando a vê-lo como uma pessoa egoísta que só pensa em si mesmo, fazendo-se de vítima, chorando pelos cantos, pensando que ele é uma pessoa insensível que não vê o quanto ela se dedica para que tudo transcorra da melhor forma possível.


A parte sexual do casal fica prejudicada, pois a mulher tem que se abster do sexo por um determinado período para que seu corpo se recupere e volte ao normal depois da gravidez e do parto; seu desejo sexual diminui em função do stress causado pela mudança de rotina, pela falta de sono adequado, pelo acúmulo de tarefas, assim como pelo fato de sentir dores nas relações sexuais, caso este período de abstinência não seja respeitado; ela também sente-se insegura com o aspecto de seu corpo, supondo já não ser mais tão atraente para o seu marido quanto era antes da gravidez, sentindo vergonha de exibi-lo ao marido, ocultando-o atrás de trajes largos, não usando mais as lingeries sedutoras que ambos apreciavam. Por outro lado, o desejo sexual do marido continua o mesmo de sempre, afinal ele não passou por mudanças hormonais, nem tem toda esta sobrecarga que estressa a sua mulher e não consegue entender porque a esposa já não tem o mesmo desejo sexual.


O marido passar a ver a sua esposa mais como a mãe de seu filho do que como sua mulher, passando a chamá-la de "mãe" e não mais de "querida" ou "amor". A mulher pode fazer o mesmo, vendo seu marido mais como o pai de seu filho do que seu companheiro.


Fica claro que, diante de tudo isso, os conflitos entre o casal podem se intensificar, gerando brigas, discussões e mal entendidos porque ambos tem suas razões para agirem da forma como agem e nem sempre conseguem enxergar ou entender as razões do outro.


Ambos agora não são apenas um casal, há mais um membro na família, o que os leva a cumprirem mais um papel em conjunto: o de pais! O filho é de ambos, portanto, ambos devem conciliar e dividir os cuidados com o bebê. Um pai que acompanha o dia a dia e é solidário com a mãe, dividindo com ela tarefas que possa ou saiba cumprir, entende melhor o cansaço de sua esposa, torna-se cúmplice dela e saberá criar um clima de romantismo e de intimidade, respeitando os limites de sua esposa neste momento. Um beijo, um afago, ficar ao lado da esposa enquanto ela embala o bebê para dormir faz com que ela se sinta amada. Ela, por sua vez, passa a retribuir os carinhos recebidos, o que propiciará um clima de namoro como antes do bebê nascer, colaborando para uma maior intimidade entre o casal.


É importante que haja muito diálogo, compreensão e paciência para ambos entenderem um ao outro e compreenderem que passam apenas por uma fase de rearranjos e de experiências que, se bem administradas por ambos, servirão para uma aproximação maior ainda do casal, através da harmonia e da cumplicidade!

* Direitos Autorais deste texto: ©Dra Olga Inês Tessari

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Serei o seu porto  escrito em terça 26 agosto 2008 10:34

Um anjo do céu
Que trouxe pra mim
É a mais bonita
A jóia perfeita

Que é pra eu cuidar
Que é pra eu amar
Gota cristalina
Tem toda inocência

Vem, Oh! meu bem
Não chore não,
Vou cantar pra você

Um anjo do céu
Que me escolheu
Guardião da pureza

Que é pra eu cuidar
Que é pra eu amar
Gota cristalina
Tem toda inocência

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Sagrado pra mim  escrito em terça 26 agosto 2008 11:29

 

 

Vieste na hora exata
Com ares de festa e luas de prata
Vieste com encantos, vieste
Com beijos silvestres colhidos prá mim
Vieste com a natureza
Com as mãos camponesas plantadas em mim

Vieste com a cara e a coragem
Com malas, viagens, prá dentro de mim
Meu amor

Vieste a hora e a tempo
Soltando meus barcos e velas ao vento
Vieste me dando alento
Me olhando por dentro, velando por mim

Vieste de olhos fechados num dia marcado
Sagrado prá mim
Vieste com a cara e a coragem
Com malas, viagens, prá dentro de mim

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Parto e Pré Parto.  escrito em terça 26 agosto 2008 14:37

Depois de nove meses de ansiosa espera, o grande dia chegou... Médicos trocados por problemas com atestados, acabei fazendo o parto com um médico que vi uma vez, a segunda foi na sala de cirurgia. Bem estranho, mas... “Você tinha que sair”, eu pensava... Queria e briguei até o fim pelo parto normal (sozinha, por que TODOS ERAM CONTRA, menos sua Tia Mi...) tanto que cheguei a esse médico (Dr. Ferriani, um diretor da maternidade em Ribeirão) por que liguei pro hospital (Maternidade onde nasceu) e uma das secretárias disse que ele era a favor do parto NORMAL. É... Cada médico segue uma linha de raciocínio e acreditam em algumas coisas, assim, principalmente na gravidez (onde ficamos beeeeem mais sensíveis e maleáveis “às vezes”) eles acabam nos convencendo a fazer o que eles acham que seria o certo (na opinião deles).

Liguei e expliquei a ele minha situação e ele pediu pra que fossemos até a maternidade depois do natal (ele estava de férias do seu consultório).

Dia 26 de Dezembro de 2007 chegamos e foi bem rápido até, bem mais rápido e frio que eu esperava. Ele disse que você estava muito “pra cima” (expressão usada por ele) e que seria muito difícil conseguir fazer o parto normal. Fiquei extremamente decepcionada, chateada, triste e morreeeeeeeeeeeeeeeeendo de medo; você ia nascer no outro dia às 07h00min da manhã. Recomendou o jejum de 12 horas para cesariana e que chegasse meia hora antes. Como se fossemos pra Disney, dar uma volta no parque, tomar um chope. Nãooooo, estamos falando do seu parto, uma cirurgia, não queria que ele falasse como se tivesse marcando um horário pra fazer a unha. Af,Af,Af...

Voltei pra Altinópolis, uns 40 minutos de carro por Batatais...

Imagina como foi a nossa noite???Parecia que você estava tentando me acalmar, quase não se mexeu (já era lindo e sensível... meu pequeno).

Estava escuro, a hora que saímos (Papai, Vó Tina, Madrinha e Matt – namorado da sua madrinha naquela época...”Ela ti explica melhor quando entender) da casa da sua vó pra Ribeirão. Foi a viagem mais rápida de toda minha vida.

Chegando lá estavam nos esperando, Vovô, Vovó, Tio César e Tia Mara. Foi rápido e nem deu tempo de conversar com eles e já nos chamaram pra subir, só deu tempo de falar com seu pai sobre ver o parto ou sua madrinha (seu pai estava com medo de desmaiar e preocupar os médicos, tirando o foco da cirurgia e os dois a equipe da maternidade não permitiu, pois disseram haver riscos de contaminação).

Subimos e ficamos em uma salinha com mais duas mães, uma com uma criança grande, devia ter uns 5 anos, faria uma cirurgia que não me lembro onde e a outra que estava de 37 semanas e tinha que ter porque estava com a pressão alta.

Eu estava com 40 semanas, pressão 10/11 por 6/7 variando a gravidez toda sempre pra baixo, diabetes nem de longe, as dores eram freqüentes, mas nada que não pudesse suportar, sendo assim, porque não esperar?

Não dava mais tempo de questionamentos, tive 9 meses, aliás quase 6, pra isso e mesmo tendo os feito lá estava eu tomando banho em um banheiro estranho com uma enfermeira nem um pouco acolhedora me dando as “instruções”, coloca isso, vem pra cá...

E lá estava eu na sala de operação sem saber o que fazer e sem ninguém pra me dizer, só tinha a maca e alguns objetos como o marcador de batimentos em uma sala enorme o que a tornava ainda mais fria; melhorou com a chegada do anestesista (Oscar, lembrei por que associei ao jogador de basquete). Deus sempre coloca anjos nos momentos que mais precisamos. Este foi o meu, mesmo tendo me pedido pra sentar e colocar a cabeça encostada no peito e com uma agulha sendo enfiada nas minhas costas ele me passou muita calma e segurança, foi me apresentando à equipe, conversando, mas na hora da segunda picada eu já estava começando a ficar desesperada. Surtei bonito quando minhas pernas começaram a adormecer, senti como se não fosse conseguir respirar, a pior sensação de toda minha vida sem dúvida, apertei tanto a mão dele que: coitado, deve estar com dor até hoje, mas ele conseguiu me segurar e ,e controlar até o Beto chegar (uma eternidade até ele entrar naquela porta... Mas entrou... Lindo todo de azul com os olhos brilhando).

Tudo acontecia lá atrás daquele pano que colocaram assim que deitei depois da picada e eu só pensava em não pensar, foquei nisso e só tentava não lembrar que estava anestesiada, se pensasse em alguma coisa ia gritar, chorar e implorar para alguém fazer alguma coisa... Aquela sensação tinha que sumir de mim. Mas no meio desse tumulto, hora que achei que estava quase me controlando escuto o mesmo anestesista dizer pro seu pai se levantar e olhar você sair. Pensei: como?Só se passaram 15 minutos que entrei aqui e Dr. Manfrin (pediatra) disse que com o seu choro íamos pra casa naquela hora e me trouxe você, todo branco e com a lingüinha pra fora, parecendo um lagarto, RS. Aproximou-se de mim e parou de chorar no mesmo instante parecendo mágica, o momento foi mágico!!

Depois... Depois???? Só acordei numa sala sombria, dava medo credu!! Duas outras mulheres em macas do meu lado começaram a falar comigo. Nem lembro o que falei, mas queria saber onde estava você, que horas ia vê-lo... E nenhuma reposta convincente foi dada.

Cheguei ao quarto com dreno e sem sentir a perna, logo depois chegou uma mulher pra ficar comigo Nelcí era o nome dela, com muita humildade me contou um pouco da sua história, pedi pra ligarem na recepção e falei com a minha mãe que me disse que não poderiam subir, só depois das 2 da tarde. Não podia ser verdade, era um dos momentos mais importantes da minha vida e ninguém podia me ver??? Era só 10h00min h da manhã e você só chegaria as 03h00min ou 04h00min da tarde.

Tiveram que trazer você as 11h00min (graças a Deus) não parava de chorar no berçário e estava atrapalhando as outras crianças; A enfermeira colocou você no meu peito e não pensei que seria tão bom. Quase não mamou, mas estava com saudade da mamãe e dormiu ali do meu lado.

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Danoninho "caseiro" só nos lanches.  escrito em quarta 27 agosto 2008 08:42

 A  Vantagem é que não há corante nem conservante.

Mas é importante lembrar que mesmo sendo mais "natural", esse queijinho não deve ser oferecido como sobremesa do almoço ou jantar, pois contém cálcio (da ricota e do leite) e esse nutriente reduz a absorção do Ferro (presente nos feijões e nas verduras verdes). Assim, é mais indicado que ele seja consumido em lanchinhos. Para o industrializado vale a mesma dica.


1 - Cópia de uma mãe...

Ingredientes:
01 cx de morangos limpos (250 a 300g)
06 c(s) de açúcar
01 1/2 c(s) de suco de limão
1/2 xícara de leite gelado
01 cx. de creme de leite (eu uso o light)
250g de ricota

Modo de preparo:
Ferver os morangos com o açúcar e com o limão. Formar uma geléia (+- 10 min)
Esperar esfriar
Bater no liquidificador a geléia com os outros ingredientes
Deixar gelar e servir.

 

2 - Danoninho caseiro – Por - Site receitas diversas

1 litro de leite fervido a 40 graus.
2 xícaras de morangos maduros cozidos com

 1 xícara bem cheia de açúcar.( cozinhe até ficar tipo um doce de morango)
1 gelatina de morango dissolvida em 1/2 xícara de água morna.
350gr de Ricota.

Quando o leite esfriar, bater tudo no liquidificador e levar a geladeira por 6 horas.

 3 - Danoninho caseiro com gelatina

1 copo de leite

1 caixa de morango ou qualquer outra fruta

200 gramas de ricota

Metade de 1 gelatina/morango ou sem sabor

 

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